Resenha

Posted: segunda-feira, 3 de maio de 2010 by Alan Zz in
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Ocorreu no último dia 17 de abril, o evento Thrasher and Grinder, no Studio Fórum. O que já está virando rotina no Rio de Janeiro, evento desses tipo, que apesar de serem espaços reduzidos, a de se observar a boa qualidade do som oferecido e o clima propício para shows.

O evento organizado pela banda Uzômi,que contou com a participação de boas bandas e muita energia por parte do público, que compareceu em bom número, levando-se em consideração, a organização de outros bons eventos no mesmo dia, e a ausência da banda Inferno na Terra, muito aguardada por esse resenhista.

A banda 7 Foiçada abriu o evento com o seu Thrash Crossover bem animado e direto, com muita energia. Mesmo com a falta de seu baixista, por problemas de saúde, o trio executou o seu set, com letras escrachadas e bem humoradas. Um bom show, o segundo da história da banda de Jardim América. Destaque para o bom baterista,e a para música Crack World.

Dando sequência, o Egocentric Molecules trouxe o seu tradicional Thrash Old School anos 80, com boas canções e bem ensaiado, o trio liderado por Adriano Lima e sua presença de palco característica, executou o seu set com competência e muita energia,sendo o melhor show da banda, assitido por esse resenhista. Sendo visivel a entrega e a emoção de participar deste evento.

Quando o Warkoholik deu ínicio a sua apresentação, o local já visualisava boa presença de público. O quarteto gonçalense liderado pelo competente vocalista Lugão, destilou seu set Thrash Crossover,e com boa presença de palco, a banda executou um dos melhores shows da noite. O primeiro show da formação com o novo baixista, e lançando o seu EP, auto-intitulado.

A banda Álcool Boys deu sequência ao evento. Animando o público, e seguindo a risca a sua filosofia de exaltação ao rock e à bebida. A banda de Nova Campinas, já muito assistida e admirada por esse resenhista, proporcionou um show bem humorado, e sua originalidade. A banda que já se apresenta sempre com dois baixistas,e dois vocalistas “insanos” e excelente presença de palco, já há alguns anos.

O Baga em sua apresentação, já encontrou um público bem animado e interativo. Com o seu Grindcore direto e extremo, prodiziu o seu bom set, com músicas do seu novo trabalho, o bom split lançado com a banda eslovaca Abortion e o split lançado com o D-Creasing Life, e o cd “A caminho de nossas valas”. Um show com uma performance carcterística,muita energia e muita música extrema,com o bom vocal de Nilton e a participação de Danihell (ex-vocal) e Jp, tornado ainda mais brutal.

A banda Repúdio veio a seguir, com o seu Hardore Crossover tradicional e já bem definido na cena carioca. Executando o seu set competentemente, a banda que vem divulgando o seu trabalho lançado pelo selo Parayba Records, o cd intitulado “Pra que entender?”, mostrou a sua energia e bom discurso, que já são peculiares na


3 comentários:

  1. Unknown says:

    A página não visualiza toda a resenha.O que houve?

  1. Anônimo says:
    Este comentário foi removido pelo autor.
  1. Anônimo says:

    Opa queria ver toda a resenha!